Um dos destaques da cena que se firmou em São Paulo - e que hoje já transita em novos territórios, inclusive o carioca, claro -, Tiê é também uma das válvulas que movimentaram a nova música brasileira. Com um folk embalado por sua voz delicada e reafirmado pelas baladas confessionais de seus dois discos, a cantora vai do minimalismo de sua estréia, em "Sweet Jardim", ao encorpado som de "A Coruja e o Coração", que traz Naná Rizzini na bateria, o violão de Hélio Flanders, do Vanguart, a sanfona de Jeneci – que também se apresenta no Festival -, além dos badalados vocais de Tulipa e Karina Zeviani.
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